O New York Times traz hoje (23/04) um impressionante “oped” (artigo de opinião), assinado pelo colunista David French, sobre por que a controvérsia entre Donald Trump e o Papa Leão XIV a partir da guerra contra o Irã tem fundamentos e consequências muito mais profundos do que se pode perceber numa primeira vista do noticiário. Para escrever seu ensaio, French se baseou nas teses do filósofo Edward Feser e em entrevista com ele, autor de TOMÁS DE AQUINO: UM GUIA PARA INICIANTES, publicado no Brasil pela Cultor de Livros segundo contrato mediado por LVB & Co em nome de Anne Bihan, diretora de direitos subsidiários da britânica OneWorld.
Foi São Tomás de Arquino quem definiu em sua Suma Teológica a doutrina católica da guerra justa, que veio a conduzir até a criação do manual do Departamento de Defesa dos EUA sobre o assunto. É preciso ler o artigo do NYT para entender sob rigorosos critérios lógico-filósoficos por que os ataques bélicos ao Irã não podem ser classificados como “guerra justa”. Mas neste post é possível dizer que católico que se preze, ou mesmo qualquer cristão, não pode apoiar essa vergonha sem ir contra a doutrina que o orienta. Bom acrescentar que a leitura do livro de Feser pela Cultor também vale muito para iluminar o entendimento moral da vida ainda hoje, apesar de a ética tomista ter sido concebida há mais de sete séculos – palavra de LVB.




