A CONFRARIA DA OLIVEIRA, romance que Luize Valente lançou em março pela Vestígio, foi o assunto de hoje (27/05) de Afonso Borges em seu podcast Mondolivro. Afonso diz que a escrita de Luize é simultaneamente inquisitiva e sensível sobre história, memória e identidade. Na semana passada, a jornalista Maria Beltrão, da GloboNews, recomendou lindamente a leitura da CONFRARIA em suas redes sociais, que também foi tema da seção “O que estou lendo”, do PublishNews, com o escritor e editor Alexandre Staut, na quarta-feira.
“Luize Valente é espetacular num gênero que eu adoro, o romance histórico, misturando fatos e cenários reais com uma narrativa ficcional. Então, você tem uma aula de história e uma trama que pega a gente”, disse Beltrão, que ainda não havia terminado a leitura do livro. Já para o PN, Staut fez a seguinte análise sobre a CONFRARIA de Luize: “Sem recorrer a excessos, a narrativa mostra como certos conflitos se repetem em contextos diferentes, sugerindo continuidades entre passado e presente, mas sem apagar as (devidas) diferenças”.
É portanto de se esperar que A CONFRARIA DA OLIVEIRA figure bonito na Amazon, com pontuações muito boas. É o tipo de romance brasileiro que tem ser publicado visando à ampliação do público para a literatura nacional: livros que oferecem ao leitor sonho e informação, prazer na leitura e perspectiva histórica dos desafios e lutas da humanidade, que entretêm com inteligência e sensibilidade, sem baixaria ou apelação.
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